A improbabilidade do Ateísmo

Demonstrar que o ateísmo não só vem falhando em nos apresentar evidências – como eu já citei, estou referindo-me a minha própria experiência -, mas mostrar argumentos contra essa idéia tão difundida de que o ateísmo é mais provável, mostrando que, na realidade, ele é bastante improvável.

Vamos começar voltando no tempo, indo aos primórdios do Universo. Atualmente, a Teoria mais defendida entre os cosmólogos para o início do Universo é o Big-Bang, já que a tese de que o Universo é eterno já foi praticamente descartada por parte dos Cosmólogos por diversos motivos, que não tratarei aqui. O que é o Big-Bang? Segundo os ateístas, podemos simplificá-lo mais ou menos dessa forma: Uma explosão do nada com o nada, que gerou tudo o que há no Universo.


Já começamos com um problema. É impossível que uma explosão do nada com o nada gere alguma coisa? De modo algum. Contudo, olhe o quão esquisita essa idéia se torna, ao acreditarmos nela: Você passa a crer, também, que a qualquer momento um elefante pode se materializar no céu assim, do nada. Uma das primeiras perguntas que me faço quando me deparo com neo-ateus que defendem essa postura é me perguntar: Ora, se isso é um caos, porque surgiu um Universo e não um elefante? Ou uma barata? Ou um carrinho de controle remoto? Ou qualquer outra coisa? Isso seria igualmente possível.

Contudo, o nosso problema não para por aqui… Temos uma observação ainda pior para apresentar: Esse Universo veio, por acaso, com as condições perfeitas para a nossa vida. Todas as constantes Físicas foram dadas com o valor exatamente igual ao que era necessário para a Vida Terrestre. Nessa brincadeira, vão mais de 100 constantes (!). Não seria isso uma coincidência irreal? É possível? Sim. Mas é muito improvável! Lembrando que a idéia de que o Universo foi se adaptando com o tempo – algo como a Seleção Natural de Darwin aplicada no Universo – não faz sentido quando aplicada a essas constantes, já que elas não se modificam.

Já tá bastante improvável? Calma, não terminei! Agora nós chegamos à Terra, e para isso vou ignorar as “coincidências” cosmológicas para a  nossa existência – como por exemplo o choque da Lua na Terra, que ajudou a possibilitar a vida terrestre – e vou apenas para a nossa sopa primordial: A tão conhecida sopa que deu origem à primeira célula replicante, que deu origem a todas as demais.

Perguntei uma vez a um evolucionista e ele me disse que seriam necessários cerca de 1 milhão de átomos para formar a primeira célula replicante. Ou seja, segundo o ateísmo 1 milhão de átomos se juntaram aleatoriamente e na ordem exata (isso é muito importante, inclusive) e geraram a primeira vida. Observe isso e veja o quão improvável essa tese é! É possível? É, sim! Mas é como acreditar que você vai ganhar na mega sena umas 50 vezes seguidas, sei lá (esse número foi, sim, imaginário.  Não fiz nenhum cálculo. Pense apenas na improbabilidade disso acontecer).

Conclusão:
É isso. De fato, não fui muito a fundo em nenhum dos pontos, mas a idéia era apenas uma abordagem para mostrar que a idéia que os ateus apresentam de que o ateísmo é mais racional e mais provável que as outras visões não condiz com a realidade, embora isso não demonstre nem de longe que o ateísmo é falso. Como eu mesmo disse várias vezes ao longo do post: Isso é possível? Claro que sim! Mas é muito improvável. 

Albert Einstein E Isaac Newton, os maiores gênios da físcia, não achavam a ídeia da existência de uma inteligência criadora de tudo absurda, aliás, eles não conseguiam  imaginar um mundo sem um Criador. "A existência é um milagre"

Isaac Newton foi o formulador da Lei da gravitação universal teve uma aproximação com um clérigo, o seu próprio padrasto Barnabas Smith, que possuía bacharelado em Oxford. Newton possuía uma extensa biblioteca de teologia e filosofia ao seu dispor, incluindo desde estudos de línguas até todos os tipos de literatura clássica e bíblica, o que pode ter vitalizado seu espírito para inspiradoras abstrações. Adquirindo uma grande fama como cientista! Entre suas obras teológicas, destacam-se An Historical Account of Two Notable Corruption of Scriptures, Chronology of Ancient Kingdoms Atended e Observations upon the Prophecies. Ele era Cristão e acreditava nos seis mil anos (alegóricos relativista e não de 365 dias) de existência que a Bíblia dá à Terra. Considerava que a mecânica celeste era governada pela gravitação universal e, principalmente, por Deus.


 A gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito".Isaac Newton


A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode.Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta." 
Isaac Newton


O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano."
Isaac Newton




Albert Einstein foi conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. Recebeu o Nobel de Física de 1921, pela correta explicação do efeito fotoeléctrico; no entanto, o prémio só foi anunciado em 1922. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atômica, apesar de não prever tal possibilidade. Ele era Ateu em relação ao cristianismo, contudo,  acreditava em  UMA INTELIGENCIA CRIADORA, QUE ELE DENOMINAVA DEUS, diferente do que a religião aponta! Isso é perfeitamente plausível! Agora, o que não dá para nenhuma pessoa com um pouquinho de discernimento engolir, é crer que o milagre da existência e tudo QUE veio a ser SURGIU do mero acaso! Que toda a  maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o “pluft!” sem uma inteligência arquiteta: O Tempo, espaço, dimensões, átomos, energia, matéria, anti-matéria, o desconhecido e TODO o milagre da existência vir do nada sendo puramente casual de uma explosão denominada "BIG BANG!" que não se sabe de onde veio e como veio a existir! Admitindo o Big Bang como verdade irrefutável, O QUE HAVIA ANTES DO BIG BANG? NADA? O NADA FORMOU O BIG BANG? A REAÇÃO VEIO DE UMA AÇÃO INEXISTENTE? Crer NISSO é simplesmente ILÓGICO E impossível, não há efeito sem causa! A causa primária de todas as coisas, ANTES DO BIG BANG, antes do antes, do que se achava ser antes do BIG BANG, de um outro antes anterior A TUDO! REGRIDA, ATÉ SE CHEGAR AO INFINITO E QUANDO CHEGAR AO INFINITO ELE  é chamada DEUS! E TODO O UNIVERSO VEIO DELE, O UNIVERSO É INFINITO, E SÓ ALGUÉM INFINITO PARA CRIAR ALGO TAMBÉM INFINITO, LOGO FAZEMOS PARTE DELE QUE NUNCA EXISTIU, MAS SEMPRE FOI! Albert Einstein  disse: ―Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente.
 
Deus é a lei e o legislador do Universo."
Albert Einstein



[Certa vez, perguntado qual a definição de luz]
A luz... é a sombra de Deus..."
Albert Einstein


 
Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos."
Albert Einstein
 


Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente."
Albert Einstein


Eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele, o resto são detalhes."Albert Einstein


Tomás de Aquino propôs “O Argumento do Movimento ou do Motor”, ou seja, existe locomoção no universo. Uma coisa não pode mover a si próprio, é necessário um agente externo. Uma regressão infinita de forças é sem sentido. Portanto deve haver um ser que é a fonte última de todo o movimento, esse ser é Deus, o primeiro motor imóvel. Esse argumento vai de encontro a Teoria Ateísta Naturalista, onde a natureza caminha por si só; mas onde tudo começa? Tomás de Aquino conseguiu, creio eu, bagunçar a cabeça de alguns ateístas com esse argumento. Tomás de Aquino propôs ainda “O Argumento Cosmológico”, no qual ele diz que, todo efeito tem uma causa.

Perguntas mais frequentes dos Céticos: 

1. O que é Deus?

— Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas

2. O que devemos entender por infinito?

— Aquilo que não tem começo nem fim; o desconhecido; todo o desconhecido é infinito.

3. Poderíamos dizer que Deus é o infinito?

— Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, insuficiente para definir as coisas que estão além de suas inteligência. Deus é infinito nas suas perfeições, mas o finito é uma abstração; dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa por ela mesma, definir uma coisa ainda não conhecida, por outra que também não o é, ou seja, antropoformismo.

4. Onde podemos encontrar a prova da existência de Deus?

— Num axioma que aplicais às  ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e vossa razão vos responderá. Para crer em Deus é suficiente lançar os olhos às obras da criação. O universo existe; ele tem, portanto, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa, e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.

5. Que conseqüência podemos tirar do sentimento intuitivo, que todos os homens trazem consigo, da existência de Deus?

— Que Deus existe; pois de onde lhes virá esse sentimento, se ele não se apoiasse em nada? E uma conseqüência do princípio de que não há efeito sem causa.

6. O sentimento íntimo da existência de Deus, que trazemos conosco, não seria o efeito da educação e o produto de idéias adquiridas?

— Se assim fosse, por que os selvagens também teriam esse sentimento ?

Se o sentimento da existência de um ser supremo não fosse mais que o produto de um ensinamento, não seria universal e nem existiria, como as noções cientificas. senão entre os que tivessem podido receber esse ensinamento.

7. Poderíamos encontrar a causa primária da formação das coisas nas propriedades íntimas da matéria?

— Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? E sempre necessária uma causa primária.

Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois essas propriedades são em si mesmas um efeito, que deve ter uma causa.

8. Que pensar da opinião que atribui a formação primária a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso?

— Outro absurdo! Que homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, o que é o acaso? Nada! A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso, seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria um acaso.

9. Onde se pode ver, na causa primária, uma inteligência suprema, superior a todas as outras?

— Existe um provérbio que diz o seguinte: pela obra se conhece o autor. Pois bem: vede a obra e procurai o autor! É o orgulho que gera a incredulidade. O homem orgulhoso nada admite fora de si, e é por isso que se considera um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater! Julga-se o poder de uma inteligência pelas suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à Humanidade.

Sejam quais forem os prodígios realizados pela inteligência humana esta inteligência tem também uma causa e, quanto maior for a sua realização maior deve ser a causa primária. Esta inteligência superior é a causa primária de todas as coisas qualquer que seja o nome pelo qual o homem a designe.

REFUTAÇÕES DA EXISTÊNCIA DE DEUS FEITA PELOS ATEUS E AS TÉCNICAS NEO-ATEISTAS:

Técnica: Teoria da Evolução refuta Deus (ou a Bíblia)
 Não é raro aparecer alguém pra dizer que a Teoria da Evolução prova que Deus não existe, ou que a Bíblia está errada.Em geral o neo-ateu virá, inclusive, caçoando. Mais ou menos dessa forma:
  • NEO-ATEU: Ah, não acredito que você consegue ser tão ingênuo! Você realmente acredita que o mundo tem 6.000 anos e no Criacionismo, conforme a Bíblia afirma? Deixe de ser tapado, ceguinho."
Temos alguns pontos a destacar demonstrando a série de erros por trás dessa técnica:

1) Teoria da Evolução: Um fato?

A Teoria da Evolução não deve ser tomada como um fato, e sim como uma Teoria. De fato, há evidências fortes a favor da Teoria da Evolução, mas ela apresenta diversas falhas, fazendo com que ela não seja necessariamente verdadeira. A microevolução(mudanças menores dentro de uma mesma espécie) está bem comprovada, mas a macroevolução(mudança de espécie para espécie) não está tão bem comprovada quanto se desejaria, fazendo com que a Teoria da Evolução não seja um fato, mas uma teoria. Quero frisar aqui que não sou contra a Teoria de Darwin, sou a favor da Teoria da Evolução, acredito no Design Inteligente. Só quero que as pessoas não se ceguem a ponto de achar que o Darwinismo é um fato já comprovado, pois não é.

2) Inerrância Bíblica
Como o próprio nome já informa, a Inerrância Bíblica afirma que a Bíblia está certa em todos os contextos, inclusive o científico: A Bíblia, segundo essa teoria, não possui erro nenhum. Porém, para crer na Bíblia você não precisa acreditar na sua inerrância, principalmente porque a Bíblia nunca foi feita para se tornar um livro científico. A Bíblia está aí para relatar eventos, confirmar a existência de Deus e mostrar a sua moral.  Desse modo, crer na Teoria da Evolução e crer na Bíblia ao mesmo tempo é perfeitamente possível, pois não são idéias conflitantes. Os defensores da inerrância Bíblica que precisam defender-se contra o Evolucionismo para suportar o Criacionismo, e isso não me inclui. Portanto, não é necessário defender a Inerrância Bíblica. Eu mesmo não defendo!

3) Evolução vs Deus? Tempo Geológico vs Deus?
Por algum motivo as pessoas acreditam que a Teoria da Evolução e Deus são conflitantes. Isso é um erro tremendo. Por acaso é impossível que Deus tenha feito a Terra em bilhões de anos? De modo algum. Ou então que Deus tenha guiado o processo evolutivo enquanto ele ocorria? Também não. Logicamente, Deus poderia ter feito tudo em 1 segundo, mas isso não significa que Deus deveria ou precisaria ter feito a vida na Terra em 1 segundo. Qualquer um que defenda a idéia de que Deus, para existir, teria que fazer necessariamente  a vida rapidamente precisa provar sua tese.

  • Objeção comum: Porque Deus não criou a vida de uma vez, se Ele podia? Seria muito melhor, para Ele, que criasse a vida o mais rápido possível, não?”  

Não, na verdade não faria absolutamente diferença nenhuma pra Ele se fizesse a vida na Terra em 1 segundo ou 3 trilhões de anos. Porque? Simplesmente porque Ele é atemporal, o “problema” da passagem temporal não se aplica para Ele. E, mesmo que se aplicasse, o indagador ainda teria que provar que seria melhor, para Deus, que a vida fosse feita mais rapidamente.

4) Aumento indevido
Finalizando… Mesmo que o Gênesis tivesse a intenção de ser um livro científico e estivesse errado, isso não refutaria o resto da Bíblia e nem a existência de Deus. Isso somente refutaria o próprio Gênesis. O resto da Bíblia não é dependente do Gênesis. O Novo Testamento pode ser certo mesmo que todo o Gênesis esteja errado, não há nada que impeça, já que o NT narra eventos completamente isolados dos eventos narrados no Gênesis.

Conclusão:
Esse argumento só é utilizável se ignorarmos uma série de erros, e basta apontá-los um a um para derrubar o argumento do neo-ateu ou de qualquer um que venha debater sobre isso. A refutação pode ser dessa forma: A idéia de Evolução e Deus não são conflitantes porque eu não defendo o Criacionismo e nem a Inerrância Bíblica. Além disso, o Novo Testamento não depende do Gênesis para ser verdadeiro, para refutar a veracidade do NT você vai precisar mais do que uns ataques ao Gênesis, já que a Bíblia não foi feita para ser um livro de Ciências.
Dessa forma você já derruba a tese levantada pelo neo-ateu sem demora.

Técnica: O Inferno existe. Logo, Deus é mau.
 Essa técnica é bastante utilizada para questionar a bondade de Deus. Segundo eles, o inferno é ruim e Deus manda pessoas pro Inferno. A conclusão que segue, supostamente, é a de que Deus é mau. O que acho estranho, a princípio, é que nós chamemos a própria fonte da moralidade (e se Deus existe Ele é a fonte da moralidade) de imoral, mas relevemos isso para a discussão que farei a seguir. Logo de início, precisaríamos saber como é o Inferno… Coisa que não sabemos. Sabemos que é ruim, sim, mas não sabemos o que exatamente ocorre. O Inferno pode ser a simplesmente deixar de existir… Ou mesmo somente um lugar onde você pode viver com seus pecados, coisa que não é possível no céu.

Ou seja, já de início temos um problema pra dizer que Deus é, efetivamente, mau pelo próprio desconhecimento de como é o inferno… Mas suponhamos o pior: Um lago de fogo no qual só  há sofrimento. Agora nos falta, para definir que Deus é mau, saber os critérios de Deus.

Se nos foi dado o livre arbítrio, temos liberdade de escolha e, justamente por isso, cometemos pecados. Até o final, podemos escolher se preferimos abandonar o pecado e nos unir a Deus ou se preferimos o pecado e não renunciamos a ele. É justamente essa escolha que Deus vê para tomar a decisão: Se escolhemos abandonar o pecado, Ele nos concede o céu. Se nós preferimos o pecado, então Ele nos deixa escolhê-lo e ir para o Inferno.

Como exatamente nos dar a completa liberdade de escolher o que queremos é maldade? Não é Deus que nos manda ao Inferno, mas nós mesmos escolhemos nosso destino.  Para não nos obrigar a seguí-lo, Deus nos deixa escolher entre abandonar ou não o pecado, e a escolha cabe a nós. No fim das contas, não é Deus que nos condena, mas nós mesmos. Ao contrário, Deus apenas nos salva, pois nossos pecados não nos deixariam ir ao Paraíso com Ele, mas sua misericórdia permite que Ele nos purifique do pecado para que possamos fazê-lo.

  • REFUTADOR: Ah,  Deus poderia não ter criado aqueles que iriam ao Inferno!"


A princípio, parece uma boa ideia, mas na prática não é. Pensem comigo: O livre arbítrio é a liberdade de escolher entre o bem e o mal… Se Deus elimina as pessoas que escolhem o mal, mesmo que só em uma circunstância, como elas iriam escolher? Dessa forma, seria o mesmo que só dar opção de ir ao céu, ou seja, as pessoas criadas não teriam verdadeiramente o livre arbítrio, pois desde o princípio não haveria dúvidas de que elas obrigatoriamente iriam para o céu, ou então elas nem existiriam.

De fato, elas manteriam a liberdade de escolher entre o bem e o mal na Terra e depois se arrepender, mas elas não poderiam escolher o pecado ao invés de Deus. Ou seja, uma parte do livre-arbítrio não existiria, pois ela não teria como escolher entre céu e inferno, já que qualquer um que fosse escolher o inferno não viria a existir. Se Deus queria o livre arbítrio, não poderia não criar as pessoas que iriam ao  Inferno.

Conclusão:
A crítica até faria sentido, se a nossa condenação fosse uma escolha de Deus. Deus quer salvar todos nós e exatamente por isso Cristo pagou os nossos pecados na cruz. Ele nos dá a liberdade de escolha. Quem preferir o pecado, pode ficar com ele. Quem preferir a Deus, irá com Ele. Felizmente, não entramos no céu por nossos méritos – pois se fôssemos medir nossos méritos não entraríamos -, mas pela misericórdia de Deus que nos purifica do pecado para que possamos ser salvos. Ou seja, a condenação é feita por nós mesmos, que não queremos ser perdoados. Contudo, a Salvação só ocorre por meio de Deus.

E o pedido de não criar as pessoas que iriam ao inferno para evitar o seu sofrimento não faz sentido, pois seria o mesmo que acabar com o livre-arbítrio. Tal como na imagem no início do post, uma das portas seria fechada… Como você teria escolha entre elas? 

Técnica: Deus MATA, LOGO é um hipócrita

Ao ler a Bíblia, alguns neo-ateus se revoltam com algumas atitudes de Deus, principalmente quando nos referimos a morte de pessoas devido a algum tipo de desrespeito à Deus. Geralmente temos algo mais ou menos assim:
  • NEO-ATEU: Ah, se a Bíblia é verdade e Deus existe, então Ele não é perfeito! Ele é, na verdade, um grande hipócrita! Olhe aqui [cita versículos], Ele mata pessoas quando Ele mesmo deu o mandamento “não matarás”.
Para ver que a técnica é falha, basta lembrar de como funcionam as Leis de Deus. Ele passou, de fato, claramente o Mandamento “não matarás”, mas para quem Ele deu tal mandamento? Obviamente, o mandamento foi dado a nós, seres humanos, pois estamos todos em pé de igualdade(eu e você somos iguais perante Deus). Contudo, essas regras não podem valer para Deus porque Ele é superior a nós. Não está convencido? Vou dar um exemplo para que fique mais claro.

Imagine uma escola de maternal, e as crianças usam tesouras algumas vezes. Preocupado com a segurança dos alunos, o diretor se reúne com os professores e eles definem que os alunos não poderão trazer tesouras com pontas para a escola, evitando que se machuquem. Assim decidido, manda-se uma circular para os pais comunicando a  nova norma.

Daí a um mês, uma mãe vai conversar com o diretor da escola, e ao entrar na sala vê uma tesoura com ponta na mesa do diretor. O que uma pessoa normal faria? Absolutamente nada, afinal o diretor está em um nível superior ao dos alunos. Contudo, aplicando a prática neo-ateísta exposta nessa técnica, o que a mãe faria? Começaria imediatamente a esbravejar: “Seu hipócrita! Proíbe as crianças de usar as tesouras com pontas e as usa, não é?! HIPÓCRITA!”. Eu, particularmente, não ficaria surpreso se uma mulher que fizesse isso fosse levada ao hospício.

Aqui alguns poderiam até entrar com a objeção de que os 10 Mandamentos não foram enviados aos homens somente, mas a Deus também. Para ver se isso faz sentido, precisamos avaliar apenas alguns mandamentos: Honrar pai e mãe, por exemplo. Como os neo-ateus esperam que Deus honre pai e mãe se Ele não os possui? Ou não roubarás. Não roubará de quem, se tudo é Dele?

Essa objeção não faz sentido nenhum. Os mandamentos foram claramente dados aos homens, e Deus não está sujeito a tais Mandamentos. A refutação se torna, então, bastante simples:
  • NEO-ATEU: Deus é um hipócrita, pois não segue os próprios mandamentos!"
  • REFUTADOR: Que sentido tem isso? Deus deu os mandamentos aos homens, e não a si mesmo! Ele é superior a nós, então não está sujeito a tais mandamentos."
Conclusão:
 A acusação neo-ateísta de que Deus é um hipócrita não faz o menor sentido, uma vez que seus mandamentos foram dados aos homens e Deus é um ser superior aos demais. Assim sendo, chamar Deus de hipócrita é como fazer o que a mãe do exemplo fez: Passar-se por maluca. Não faz sentido nenhum fazer tais reclamações. A fraude é muito simples e por isso tem uma forma muito simples de refutação. 

Técnica: Ateus são fortes, cristãos são fracos (crença em Deus por necessidade)

No que consiste essa técnica? Simples: O ateu diz que a crença do Cristão se origina do medo de se sentir sozinho e por isso ele se engana e cria um Deus para acompanhá-lo (uma espécie de amigo imaginário), ou mesmo diz que o teísta tem medo da morte e por isso cria uma vida fora dela para se reconfortar. Ou seja, o teísta, em sua fraqueza, cria um Deus para se suportar e o ateu, forte, consegue viver sem essa crença irracional e símbolo da fragilidade humana.
Quero discutir, nesse post, o seguinte:
  1. Erro na argumentação: Falácia Genética
  2. Erro na argumentação: Leitura Mental
  3. Usando o mesmo raciocínio, podemos dizer o contrário
  4. Utilidade no debate
Erro na argumentação: Falácia Genética
A falácia genética consiste na crítica da origem de determinada crença e, a partir dela, a tentativa de invalidá-la. Contudo, é evidente que a origem de determinado pensamento não é suficiente para considerá-lo falso. Pode ser que alguém creia que os desertos são secos porque fez um estudo e passou em todos os desertos medindo a umidade do ar neles por um período de tempo determinado, e outro creia nisso simplesmente porque viu na TV. Se aplicarmos a falácia Genética, alguém poderá facilmente dizer: 

  • NEO-ATEU: Ah, ele só acredita que desertos são secos porque viu na TV. Então desertos não são secos.”


Numa comparação entre as duas ideias até chegaríamos a um absurdo: A informação, se for dada pelo estudioso que citei primeiro, é mais verdadeira que se for dada pelo segundo exemplo. Ou ainda pior: Se for dada pelo primeiro, a informação é verdadeira, mas se for dada pelo segundo (o que assistiu TV), então é falsa. Isso é, obviamente, sem sentido, já que ambos fazem a mesma alegação e ela não pode ser verdadeira E falsa ao mesmo tempo. Resumindo: Mesmo que o Teísta do debate creia em 

Deus por causa do medo, isso não faz com que sua crença seja falsa, já que a origem de uma alegação não pode ser definida pela origem dela.

Erro na argumentação: Leitura Mental
Se não bastasse o erro da Falácia Genética, ainda temos uma tentativa de leitura mental evidente. Ora, como ele pode alegar com certeza que todos os Teístas creem em Deus por medo(ou carência)? Ou mesmo, como ele alega que eu tenho essa crença por isso? Só há uma forma de ele ter descoberto isso: Lendo minha mente. Como a maioria das pessoas duvida que ele(ou qualquer outra pessoa) tenha tal habilidade, a alegação do neo-ateu que foi feita foi uma mera acusação  incomprovada e desonesta.

Usando o mesmo raciocínio, podemos dizer o contrário
Se, mesmo diante dessas evidências, o ateu insistir na argumentação e repeti-la(o que acontece frequentemente) use-a contra ele, sempre lembrando que você sabe que o raciocínio é falso. Como fazê-lo? Diga que os ateus são fracos porque não querem aceitar uma divindade à qual devem servir, pois isso na vida do Teísta é um fardo diário que realmente dá trabalho, e quem leva o cristianismo a sério sabe do que estou falando. Dessa forma, a aceitação de Deus é, na verdade, uma decisão que torna sua vida mais difícil, e não mais fácil como dizem os ateus. Com essa perspectiva(Vou lembrá-los novamente: é uma argumentação que possui falácias), o ateu é o fraco e o teísta o forte, e o golpe do ateu se volta contra ele por analogia.

Fazendo isso, lembro vocês novamente, é necessário deixar  claro que  você sabe que a argumentação é falha, mas ela segue a lógica do neo-ateu e, quando você usá-la, ele terá de abrir mão para ser coerente ou aceitar ser chamado de fraco, o que duvido que ele faça. Se ele abrir mão, serviu ainda melhor para você, que fez com que o neo-ateu concordasse que a argumentação proposta por ele é falha e agora o debate pode voltar ao normal.

Utilidade no debate
Acho importante frisar porque essa técnica é utilizada por neo-ateus, embora nem sempre eles mesmo saibam disso. Ao se auto denominar forte, o ateu já faz com que o teísta do outro lado do debate seja excluído do debate. Afinal, ninguém quer ouvir o pensamento de uma pessoa que possui uma crença por necessidade e não consegue encarar a realidade. Isso serve para o neo-ateu falar a besteira que bem entender sem ser questionado, e isso é um dos fatores que determinam a vitória ou a derrota no debate: não importa o quão bons sejam seus argumentos, se você for taxado a priori de fraco, então você já não será ouvido e o neo-ateu vencerá o debate do ponto de vista da plateia.

Conclusão
Esse truque precisa ser desmascarado sempre que surgir no debate, uma vez que ele é determinante para o que aqueles que o veem ou leem pensarão dos debatedores. Deixar que esse self selling seja propagado é perder o debate. É um truque fácil de se refutar, mas se não for refutado pode gerar a derrota do teísta no debate, o que não nos interessa nem um pouco.

Técnica: Desafio Divino
 Apresento hoje uma técnica já bastante conhecida: O Desafio Divino. Ela consiste em exigir algo de Deus e se Deus não agir, então Ele não existe. Para dar um exemplo mais concreto: O neo-ateu está com fome e, então, vira e diz: 

  •  NEO-ATEU: Ah, “Se Deus existir, Ele vai fazer uma pizza aparecer na minha frente agora!”.


 Vendo que a pizza não aparece, o neo-ateu quase surta (nunca entendi o porque disso) e chega à conclusão de que Deus não existe (ou a probabilidade de Deus existir é baixa).

Agora o erro aqui é bastante simples: O neo-ateu quer colocar Deus como o servo pessoal dele, que faz o que o neo-ateu bem deseja e quando ele deseja. A primeira pergunta é: O neo-ateu realmente se considera superior a Deus? O neo-ateu realmente crê que está em condições de mandar em um ser Onipotente, Onisciente e dono de tudo? Como falei, o erro é simples! O neo-ateu simplesmente inverte a relação de serventia tradicional no Teísmo/Catolicismo.

Ao observar um Teísta tradicional, ele terá plena consciência de que Deus é superior e nós somos seus servos, e não o contrário. Dessa forma, fica bastante simples perceber que Deus não está sujeito aos nossos caprichos, e nem aos caprichos de um neo-ateu qualquer. O neo-ateu é(ou deveria ser) servo de Deus, e não o contrário. Deus é superior ao neo-ateu(e a qualquer outro homem), então não tem sentido fazer uma exigência a Deus, e faz ainda menos sentido esperar que Deus obedeça a exigência dele.

Bastaria, então, que Deus decidisse, por seus motivos, que não queria realizar o pedido do neo-ateu. Assim sendo, a não-obediência de Deus significa que… Deus não obedeceu. E nada além disso. Pode ser que Deus não queira fazê-lo porque irá prejudicar o neo-ateu ao invés de ajudá-lo, porque interferiria no livre-arbítrio do neo-ateu, ou por um outro motivo qualquer que desconhecemos, mas uma coisa é fato: Deus pode, se quiser, desobedecer qualquer homem que lhe faça uma exigência.

Fiquei tentando pensar em um exemplo por mim mesmo, mas simplesmente não consegui pensar em algum bom o suficiente, dessa forma usarei o do Snowball, nesse post(que, inclusive, leva o mesmo nome que o meu):
Vamos ilustrar com um caso banal: imagine que existam dois coleguinhas de uns oito anos em um parquinho. Um deles não aceita de jeito nenhum que o outro acredite que têm um pai está vivo. Aí, para resolver a questão, ele diz: “Se seu pai existe, que ele venha aqui me dar uma surra então! Se ele é adulto, ele deve ser forte o bastante para isso! E aí, será que ele vai conseguir?” Mas é claro que o pai teria razões morais suficientes para não aceitar esse desafio estúpido. Possivelmente ainda iria desprezá-lo por completo, por ser algo completamente imaturo.
Com esse exemplo, percebe-se claramente que Deus, assim como o pai da situação, pode ter suas razões para não aceitar o desafio.

Conclusão:
Essa técnica só pode vir de alguém bastante ingênuo ou desonesto. Ou é ingênua a ponto de não entender que Deus é superior ao homem, ou é desonesto a ponto de simplesmente fingir que esse fato não existe. No fim das contas, a solução é bastante simples em ambos os casos: Lembre o neo-ateu da hierarquia que coloca Deus como superior ao homem, e não o contrário. Assim, a técnica é derrubada facilmente.

Técnica: Deus não tem noção da relação custo-benefício

Essa técnica é bastante engraçada sobretudo pelo seu próprio uso por parte dos neo-ateus que a usam como uma tentativa de ridicularizar o Teísta. Ela é bastante simples: O neo-ateu se depara com o  imenso tamanho do Universo e compara-o com a Terra, por exemplo, e diz que somos estupidamente pequenos. Dessa forma, Deus não teria noção da relação custo-benefício: O Universo seria muito grande para que apenas nós vivêssemos nele. A conversa pode vir mais ou menos dessa forma:
  • NEO-ATEU: Ah, esse seu Deus só pode ser um completo retardado. Pra que criar um Universo tão grande se nós só precisávamos do Planeta Terra para viver? Ele não tem noção da relação custo-benefício não?"
Qual o problema com essa técnica? Simples: Para haver uma relação custo-benefício é necessário que haja custo. Qual o custo de Deus? Ele não gasta dinheiro, Ele não se sente cansado – pois não tem energia, já que o cansaço só faz sentido se houver gasto de energia -, Ele que criou a matéria… Ou seja, a crítica do neo-ateu não faz sentido, pois não há nenhum custo, para Deus, envolvido no processo de criação do Universo, fazendo com que a relação custo-benefício não tenha sentido  nenhum. O máximo que já vi alguns neo-ateus refutarem se refere ao Gênesis quando há a afirmação de que Deus descansou no 7º dia, ou seja, ele poderia se cansar. A única coisa que precisa ser feita aqui é lembrá-lo que o Gênesis não precisa ser literal, conforme o neo-ateu deseja, mas eu não preciso adotar essa atitude simplesmente porque há um neo-ateu exigindo que eu o faça. Se o neo-ateu considera o Gênesis um livro literal, então ele(e aqueles que concordarem com ele) que arque com essas consequências, mas peço que me deixe fora dos pensamentos dele: Eu não tenho a obrigação de adotar a defesa do Gênesis literal, pois não defendo essa postura.

Conclusão:
O máximo efeito que essa técnica pode provar são as risadas, mas nada além disso. A relação custo-benefício só pode ocorrer se há algum custo. Se não houver custo, não pode haver uma relação custo-benefício, estando refutada a crítica do neo-ateu.

Técnica: Coisas extraordinárias exigem evidências extraordinárias
Essa técnica é uma das mais interessantes, uma vez que torna praticamente impossível convencer o neo-ateu da existência de Deus. Esse argumento baseia-se em uma premissa bastante simples, mas que gera alguns sérios problemas no debate: 

  • NEO-ATEU: Ah, Coisas extraordinárias exigem evidências extraordinárias”.


O erro dessa argumentação é bastante simples, mas nem sempre  é fácil de perceber. Façamo-nos uma pergunta: O que é extraordinário? Algo fora do comum, que nos surpreende, certo? Contudo, eu não me surpreendo nem um pouco com a possibilidade da existência de Deus, não me é algo extraordinário.

Acho que fui rápido demais, vou dar um exemplo para facilitar o entendimento. Lembre-se de sua avó tricotando. Muitas vezes aquilo pode ter lhe parecido algo incrível, extraordinário, mas era a coisa mais simples do mundo para a sua avó. Pergunta: Qual dos dois estava certo? Não acho que seja o caso de darmos razão a um deles e tirar do outro. Ora, a complexidade e “extraordinariedade”(se é que existe tal palavra) de algo dependem de um referencial.

Dessa forma, o Teísta pode considerar a hipótese da não-existência de Deus algo extraordinário, tal como o ateu pode achar que a hipótese da existência de Deus algo extraordinário. Qual dos dois está correto? Não creio que possamos colocar um dos dois como o certo da questão: O que é ou não extraordinário cabe a você mesmo decidir.

Além disso, é interessante lembrar que você não precisa de evidências extraordinárias para muitos eventos extraordinários. Eu acredito que, no mundo atual, ninguém(pelo menos não aqueles que frequentam esse blog) ache um vídeo algo extraordinário… Contudo, se eu te disser que cerca de 20 pessoas(se eu contei bem) sairam de dentro de um só carro, você acreditaria? A princípio, seria algo totalmente extraordinário, a meu ver. Agora um simples vídeo pode servir de evidência(se você acreditar na minha honestidade, obviamente)! Vejam esse vídeo. Não parece muito mais plausível? E não apresentei nada extraordinário.

Conclusão:

Acho que consegui explicar o que queria, e mostrar que tal argumento sobre evidências extraordinárias não é muito bom para se usar pelo simples motivo de que a definição de algo ser extraordinário ou não é totalmente relativa.

Técnica: Teístas tem o ônus da prova, não (nunca) os ateus

Não é raro que estejamos em um debate, sendo continuamente atacados pelos neo-ateus(geralmente com as técnicas bastante simplórias deles), e então decidimos que está passando da hora de eles justificarem o seu ateísmo, e pedimos evidências que suportem o ateísmo. E é nessa hora que eles mandam a pérola:
  • NEO-ATEU: O ônus da prova é dos Teístas, e não dos ateus! Vocês que fazem a alegação “Deus existe”, nós apenas apresentamos uma descrença nesse Deus."

O que eu acho mais curioso nessa técnica é que muitas vezes o Teísta nem estava alegando nada, ele simplesmente acreditava em Deus, e estava feliz com isso. O neo-ateu foi até ele e começou a atacar o Teísmo e quer ficar sem precisar argumentar dizendo que “é apenas uma descrença em Deus”, então não precisa de evidenciar nada?! Vejamos se isso faz sentido, analisando esses pontos:

(A) Ateus também apresentam uma crença.
(B) O ônus da prova é de qualquer um que faça uma alegação.
(C) Teísmo seria uma burrice, se não tivesse evidências?

(A) Ateus também apresentam uma crença.
A argumentação neo-ateísta se apresenta falha em um aspecto principal, a meu ver: Eles apresentam uma crença. O ateu acredita na não-existência de Deus. Usando a mesma lógica dos neo-ateus, podemos dizer que o Teísmo é a descrença nessa crença do Ateísmo! Isso retiraria o ônus da prova Teísta? Claro que não. Ou seja, a própria “descrença” ateísta esconde uma alegação: O Ateísmo alega que Deus não existe. Então eles precisam apresentar evidências para isso, e não simplesmente refutar os argumentos Teístas: A refutação de todos os argumentos teístas não leva ao ateísmo, leva ao agnosticismo.

(B) O ônus da prova é de qualquer um que faça uma alegação.
Como acabamos de ver, o ateísmo apresenta uma alegação: “Deus não existe”. E essa alegação necessita, também, de suas evidências, tal como a alegação de que Deus existe necessita das suas evidências.  Se não houver evidências para nenhum dos dois lados, então a postura correta é o agnosticismo, e não o ateísmo(Ausência de evidência não é evidência de ausência, embora possa vir a ser alguns casos).

(C) Teísmo seria uma burrice, se não tivesse evidências?
Esse aqui vai em particular para os neo-ateus que vivem dizendo que o ateísmo é a solução para os problemas do mundo e o teísmo é coisa de gente burra. Mesmo que não houvesse evidência alguma para o Teísmo¹, isso não implicaria que acreditar no Teísmo seja uma burrice ou irracionalidade. Se não temos evidências para nenhum dos dois lados – nem Teísmo, nem ateísmo -, então você poderia simplesmente escolher um dos dois lados de acordo com a sua vontade, já que você simplesmente não sabe, não faz a mínima idéia se Deus existe ou não.

Conclusão:
Não deixe que o neo-ateu se esquive com essa técnica, ele também tem uma alegação e ele precisa evidênciá-la. Se ele insistir em não apresentar argumentos para a crença ateísta dele, então a fé dele é, provavelmente, cega(não compreendo porque ele teria motivos para sua crença e não as apresentaria) e acho bastante justo que você mostre isso a ele, principalmente porque ele vai ficar irritadinho e provavelmente vai aplicar qualquer uma das técnicas já previstas no manual.

Técnica: A Criação É Sem Sentido
Essa técnica consiste em dizer que Deus criou tudo, mas o fez sem nenhum motivo. Assim sendo, Deus agiu como um louco (por ter criado aleatoriamente) e não como um ser racional e Onisciente. Logo de início, me pergunto: Como assim? O primeiro problema é que o neo-ateu assume a priori que Deus não teve motivo algum o que é, obviamente, a Falácia da Petição de Princípio. Naturalmente, eles não irão desistir tão facilmente, e irão te exigir algum motivo para que Deus tenha criado. E ele pode tentar expor um problema mais organizado, da seguinte forma:
  1. Deus é perfeito
  2. Deus, portanto, não tem necessidades
  3. Deus sentiu necessidade de fazer a Criação(pois, senão, teria agido como um louco para a Criação do Universo)
  4. Portanto, Deus, se criou o Universo(Criação), não pode ser perfeito(pois teve uma necessidade)
Agora sim temos algo organizado, mas que continua tão problemático quanto o problema anterior… Logo de início, não ter necessidade de fazer algo não indica que eu o fiz sem motivo. Eu não tenho necessidade de jogar futebol, mas isso não significa que joguei futebol por uma decisão aleatória, eu posso gostar de fazê-lo. Mas, naturalmente, jogo futebol para uma satisfação pessoal. Consequentemente, isso não resolve o problema, uma vez que Deus, sendo perfeito, não precisa de nada a mais para se satisfazer (em relação a si próprio. Naturalmente, ele fica insatisfeito, por exemplo, com os pecados cometidos pelo homem – observação feita no comentário por Críticareligiosa).

Mas creio que o maior problema nele nem seja esse. Pelo que vejo, o maior problema é que Deus, sendo perfeito, é também Onibenevolente e Onipotente e, consequentemente, quer fazer o bem e tem poder para isso. Tal como eu posso ajudar uma velhinha a atravessar a rua apenas por bondade, e não por necessidade ou satisfação pessoal, Deus pode ter-nos feito por bondade, e não por necessidade ou satisfação pessoal (pois a satisfação pessoal também vai de encontro com a perfeição, pois se Deus é perfeito ele não pode ter necessidades).

Ou seja, a Criação do Universo, no caso acima, não foi contrária a perfeição de Deus e nem foi um ato de “loucura”. Coloquemos isso de forma organizada para facilitar o entendimento:
  1. Deus é perfeito
  2. Deus, portanto, é Onibenevolente e Onipotente
  3. É possível fazer algo bom sem motivadores externos(ou seja, por pura bondade)
  4. É possível que a Criação tenha sido feita por pura bondade
  5. Logo, é possível que Deus tenha feito a Criação e seja perfeito ao mesmo tempo
Conclusão:
A possibilidade de um ato bondoso sem nenhum outro motivador resolve o problema citado e, também, faz com que Deus tenha tido um propósito(ou seja, não foi por “loucura”) para a Criação(fazer o bem). Logo, Deus teve um propósito para a Criação(fazer o bem às suas Criaturas), mas não foi por uma necessidade, mas por pura vontade. Se isso for possível, então a suposta contradição já está resolvida. Se o neo-ateu insistir no estratagema, basta que você exija que ele mostre que é impossível que haja o que foi suposto por nós para refutar o problema que o neo-ateu afirma existir. Somente com a impossibilidade lógica da nossa solução é que o tal problema passa a ser válido. 

Técnica: O homem é inocente pelo seu mal
O neo-ateísmo também decidiu atacar o próprio Deus, colocando a culpa de tudo o que ocorre na Terra nas mãos de Deus e, por isso, Deus seria mau. Como isso é feito? Assim:
  • Deus sabia que o homem faria uso de seu livre arbítrio
  • Logo, o homem não tem culpa dos seus erros(pois Deus que nos deu a liberdade de escolha)
  • Portanto, Deus é o culpado de todos os males ocorridos na Terra.
  • Logo, Deus é mau.
Bom, quero começar com a parte final: 

"Você colhe o fruto equivalente a sua sememadura...se você  planta espinhos e abrolhos, e tem seus filhos nesse meio, vc e sua descendencia as colhe...que culpa tem Deus disso? Ele é bom deixa Você c plantar o que quiser, ele é justo vc colhe o que semeou...seu filho nasce no meio da sua plantação espinhosa...cabe a Deus consertar seus erros??? Cabe a Você c  Seu Filho fazerem um caminho diferente do seu! Arque com as consequencias de suas ações! "


A existência do mal na Terra não significa que Deus é mau, como já vimos no Paradoxo de Epicuro. Metade da argumentação já foi pro saco… E a outra metade? O homem é ou não culpado pelas suas escolhas?

Ora, pensemos bem… Se eu lhe dou uma faca e lhe digo: Não use-a para matar nenhuma pessoa (ou para qualquer outro tipo de maldade). Você vai lá e o usa para praticar o mal. A culpa é minha? Que tipo de absurdo é esse? Te dei a faca para que você caçasse e não morresse de fome (por exemplo), se você faz um uso ruim da faca que lhe dei, a culpa não é minha. É sua.

Obviamente, nesse caso, eu não sabia que você faria isso, como Deus sabe. Contudo, isso ainda não resolve o problema de que foi você que fez a escolha. Deus te deu a liberdade de escolha e lhe recomendou que a usasse para praticar o bem. Se você não segue a recomendação a culpa é sua, não de Deus.
Mesmo que Deus saiba que nós vamos praticar o mal isso não significa que Ele tenha a obrigação de impedir (conforme explicado no Paradoxo de Epicuro) e muito menos que você não tenha culpa. Afinal, tantos outros possuem a mesma liberdade que você, mas a usam de forma diferente? Tantos outros possuem a mesma liberdade de matar alguém, mas ainda assim não matam? Mesmo que Deus saiba o que essas pessoas escolheriam (ou escolherão), isso não livra elas de ter escolhido. Logo, não as livra da culpa.

Conclusão
Eu sempre tentei entender essa técnica, mas ela nunca fez muito sentido. Parece mais um argumento de gente que quer simplesmente se esquivar da culpa mesmo, e não de gente que realmente acha isso. Não vi sentido nenhum no que é apresentado por essa técnica.
O próprio argumentador que defende ela já explica que ele tem a liberdade de escolha que, de fato, foi dada por Deus. Mas isso não faz com que Deus tenha tomado as escolhas por você. Acho que já consegui explicar o problema do raciocínio a esta altura, então vou finalizar o post por aqui mesmo.

Técnica: Não há infinito real, e Deus é infinito. Logo, Deus não existe
Mais uma técnica que demonstra uma certa falta de conhecimento neo-ateísta acerca de Deus. Como baseia-se essa técnica? Com uma argumentação como essa:
  1. Não há infinito reais
  2. Deus é, por definição, infinito;
  3. Logo, Deus não pode existir pela sua própria definição.
A lógica do argumento está impecável, então qual o problema? Temos que avaliar as premissas:

1. Não há infinitos reais:
Não vejo como objetar essa afirmação: De fato, não há infinitos reais! Não conseguimos ter algo infinitamente grande ou uma quantidade infinita de bolas, pois o infinito é meramente um conceito imaginativo! Não estando aqui o problema, é necessário que a segunda premissa possua algum equívoco para que a lógica falhe. Assim sendo, prossigamos para a premissa número 2.

2. Deus é, por definição, infinito:
Ora, quem nunca ouviu alguém dizer que Deus é infinito? Ou seja, aqui não pode estar o erro! Ou será que poderia? Qual seria o erro da segunda premissa? Não é um erro complexo, na verdade é bastante simples: Infinito não é propriamente uma característica de Deus, não há dedução de nenhuma característica como “infinitude” nos atributos divinos.
Então o que as pessoas que tão displicentemente dizem que Deus é infinito querem dizer? Estariam elas erradas? Não, elas não estão erradas. O termo infinito é meramente um termo guarda-chuva: Ele representa todas as características de Deus(Onisciência, Onibenevolência, Onipresença, …). Ou seja, ao dizer que Deus é infinito elas na verdade englobaram as características de Deus em um único termo, que não é propriamente uma característica divina. Tendo caído a segunda premissa, a conclusão não segue e a argumentação falhou.

Conclusão:
Refutar essa técnica é algo que se pode fazer com uma relativa facilidade, uma vez que basta demonstrar que “infinitude” não é uma característica de Deus, e o termo infinito usado para caracterizá-lo não passa de um termo guarda-chuva que engloba diversas características.

Técnica: A Arca de Noé e o Deus Assassino!

arca de noé

  • NEO-ATEU: Ah A  Arca representa um dos principais argumentos na tentativa (vã, é claro) de provar a inexistência divina ou, ao menos, a falibilidade de um possível Deus. Já de início, ressalto que grande parte (se não quase todos) dos teólogos renomados pregam a interpretação não literal do conto bíblico, conforme relata Richard Dawkins em “Deus: Um Delírio”. Porém, a estes, deixo as próprias palavras de Dawkins: “É claro que os teólogos, irritados, protestarão dizendo que não mais se interpreta o livro de Gênesis em termos literais. Mas é exatamente isso que estou dizendo! Escolhemos em que pedacinhos das Escrituras devemos acreditar, e quais pedacinhos descartar, por símbolos e alegorias”.Espantosamente, uma imensa parcela da população cristã acredita fielmente na literalidade da arca, engolindo a história sem perceber as contradições existentes. Aos que não a tratam com a mesma crença, fica outro exemplo do “jeitinho” moderno cristão, o famoso “essa parte interpretamos somente a idéia”, que tornou-se a principal desculpa às falhas bíblicas. Aparentemente sem qualquer distinção, o ato de ressucitar um cadáver podre pela decomposição não passa ao âmbito da não-literalidade.O primeiro argumento para rebater a história da Arca vem de um pressuposto que há muito defendo: se os cristãos realmente estão certos, Deus é um completo fascínora vingativo. Exceto que, no exemplo da Arca, sua sede de sangue vai além. Não só mata impiedosamente toda população humana (à exceção da família de Noé), como também extermina um planeta inteiro de animais inocentes.A defesa é sempre a mesma: “o mundo estava corrompido e Deus achou melhor recomeçar”. Entretanto, basta pensarmos na grotesca quantidade de pessoas corretas presentes no planeta que foram aniquiladas pela ira divina para sabermos que o argumento é furado. Um Deus, no máximo de sua sabedoria e amor, jamais poderia ter a capacidade macabra de afogar bebês, grávidas, idosos, fiéis, homens e mulheres para satisfazer seu próprio ego de criador. Um homem que aceita este tipo de divindade mostra uma séria tendência à falta de questionamento. Porém, como podemos esperar muita coisa, por exemplo, dos seguidores de Lutero, que disse: “Quem quiser ser cristão deve arrancar os olhos da razão” e ainda:“A razão deve ser destruída em todos os cristãos”. Para quem não sabe, Lutero foi o pai do protestantismo, origem de todas as crenças evangélicas. Entretanto, aceitando que Deus realmente seja este exemplo de crueldade e sangue frio, passamos para o argumento seguinte: Deus não pode errar. A perfeição divina é rigidamente sustentada por todos os seus fiéis. Um Deus imperfeito seria o fim das esperanças. Não sei exatamente como enxergar perfeição em uma divindade que nitidamente massacra, dentro da crença, aquilo que vai de encontro ao que supostamente deveria ser o ideal. De qualquer modo, voltemos à idéia de que Deus jamais poderia errar. Analisando textos bíblicos e conversando com fiéis, percebe-se facilmente que, em determinado momento da história, Deus arrependeu-se do ato (o dilúvio, não as outras aniquilações ou a aposta com o Diabo no livro de Jó). E, ao deparar-me com a expressão “Deus arrependeu-se e repensou seu método”, sinceramente, pego-me a rir. Teoricamente, Deus é onisciente, ou seja, de tudo sabe e sempre saberá. Seja o passado, presente ou, pasmem, o futuro (outra gigantesca contradição com a teoria do livre arbítrio). Porém, se de tudo sabe, ele então já sabia que a humanidade se corromperia e que ele próprio inundaria a Terra, matando cruelmente a população. E, se de tudo sabe, como “diabos” não sabia que ele próprio se arrependeria? Não teria sido muito mais fácil prever toda a situação e tomar outro caminho? Quem sabe um que não incluísse o assassinato em massa da humanidade. Esta é uma prova concreta da, pelo menos, falibilidade bíblica. Deus jamais pode errar, arrepender-se ou repensar seus métodos, pois a onisciência não permite. Admitir isso é TORNAR DEUS IMPERFEITO, o que joga por terra toda a crença da perfeição divina. Se Deus arrependeu-se do dilúvio e repensou seus métodos, quantos outros “pequenos erros” já não poderia ter feito? Como saber o que Deus fez de certou ou errado? Do que se arrependeu ou não? Outro fator espantoso é que, quando acabam-se os argumentos, o defensor bíblico diz: “Deus criou, Deus pode matar”. Esta frase é a que me causa maior tristeza em qualquer debate. Admitir isso é como atestar sua total falta de amor próprio ou à humanidade. É dizer que não passamos de bonecos ou pedaços de tinta no papel, que Deus pode simplesmente se cansar e apagar. Torna-nos descartáveis, inúteis e acaba com o valor à vida, superestimando a morte e, em alguns casos, desejando verdadeiramente a possível e improvável eternização no reino dos céus. Não é assim que me vejo e, se Deus realmente trata todo ser humano como um pedaço de tinta descartável, certamente não é merecedor da minha fé. O argumento da Arca carrega um valor negativo tão forte, que virou exemplo para certas pessoas afirmarem, categoricamente, que o furacão Katrina e o Tsunami foram, novamente, resultados da ira divina contra o ser humano, aniquilando mais uma vez milhares de inocentes para a satisfação do próprio ego. Quem acredita nisso transcende o limite da estupidez, pois confia num Deus imperfeito que acabou com o mundo, arrependeu-se de ter interferido e (ora, dane-se!) voltou a fazê-lo, só achando mais divertido agora usar o vento e o mar.Infelizmente, a falta de questionamento impede que os cristãos enxerguem a completa falibilidade bíblica, como já mostrei em e Noé. Mas sei, com toda a certeza, que a humanidade caminha para o desligamento dessas histórias sagradas controversas"
Essa técnica é a mais usada! Em primeiro lugar:

Sim a Bíblia é falha, como nossa Bíblia é  uma tradução de outra tradução, e portanto, diferente das escrituras Judaicas é obvio que na Bíblia você também tem a revelação do engano, da mentira, do equivoco, é por isso que deve se analizar o contexto e as circunstâncias e não o texto apenas, e ainda, a palavra SENHOR ocultando o nome de Deus ou do que seria a tradução do nome Baal  que é traduzido também como SENHOR (use o tradutor) que é um demônio, cumprindo se assim a profecia feita por Jeremias que "o meu nome será esquecido pelo nome de Baal até o fim dos tempos" Então nem tudo que é SENHOR no Antigo Testamento é o Criador, e nem todos os profetas profetizaram em nome do Criador, se cumprindo outra profecia de Jeremias " Meus profeta profetizam em nome de Baal, mas eu nunca os mandei" . Mas também tem a revelação do, amor de Deus por um povo que se alimentava da mentira e do engano, muito mais que da verdade
Não rejeitemos, pois, a Gênese bíblica; ao contrário, estudemo-la, como se estuda a história da infância dos povos. Trata-se de uma época rica de alegorias, cujo sentido oculto se deve pesquisar; que se devem comentar e explicar com o auxílio das luzes da razão e da Ciência. Fazendo, porém, ressaltar as suas belezas poéticas e os seus ensinamentos velados pela forma alegórica.

O Gênesis dado a Moisés trata se de uma forma  bastante resumida e em partes alegórica do processo de formação e criação, pois na época as pessoas não estavam maduras o suficiente para entender de forma detalhada essas questões, como disse Jesus, aos homens mais inteligentes de sua época, que estes ainda não estavam preparados para o alimento sólido ou seja, para a verdade.
Deus não assassina!! Aquele que não deu a vida, esse sim assassina, Deus emprestou a vida, uma vida provisoria, ela não é eterna, a vida finda, para Deus, essa existencia não é vida, essa existência não é o fim. As estrelas nascem, e morrem, tudo morre, e isso é apenas um ciclo! Ora, este mundo é caído

Os dez mandamentos não foram escritos para Deus, mas por Deus para os homens. Deus mata a quem desejar; e não pratica homicídio; e nem tampouco existe mal em nada do que Deus faça; até quando cria o mau e faz as trevas, conforme Isaías, Ele faz o que é bom para além do que a moral do homem conhece como bom e bem o que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano. ( Lembre-se: A morte não é o Fim!).  

O dilúvio bíblico, conforme narrado no Antigo Testamento, retrata o grau de evolução intelectual da humanidade àquela época. O conhecimentos científicos eram ainda muito precários. Pensavam os homens que a Terra era uma área plana e que sua extensão era restrita aos locais até onde lhes era permitido o acesso. Como o dilúvio inundou toda a área em que vivia os ascendentes do povo hebreu, para o povo de então toda a Terra fora inundada, idéia que passou de geração a geração, até chegar ao tempo de Moisés. Atualmente, é ponto pacífico para a ciência que, embora o dilúvio tenha se estendido por uma grande superfície, foi apenas local, naquela região onde viviam os ascendentes do povo hebreu. Por maior que fosse a densidade da chuva, a quantidade de água, ainda que se prolongasse por quarenta dias, não poderia ser suficiente o bastante para cobrir toda a Terra, incluindo as mais altas montanhas. Segundo a narrativa da gênese bíblica, um dilúvio teria destruído todo o gênero humano, à exceção apenas da família de Noé e de um casal de cada espécie animal. O povoamento da Terra, em conseqüência, dataria daquela época. Entretanto, o dilúvio aconteceu no ano de 1.656 após a época assinalada para o surgimento do homem na Terra, ou seja, 2.348 antes da era cristã. Ao se estabelecerem no Egito, os hebreus encontraram um poderoso império, que teria sido povoado em menos de seis séculos. Considerando que, além do povo egípcio, havia outros países povoados, é inadmissível que toda essa população fosse constituída pelos descendentes de Noé.

Os Homens do Antigo Testamento, estavam tentando se comunicar com pessoas que viviam em  trevas, assim sendo, ao descreverem “Deus” descreveram o com Antropomorfismo.
 
Antropomorfismo é a ausência total de possibilidade descritiva (através do idioma) do que seja o sentir divino sobre a vida!  Ou seja dar uma forma humano um sentimento humano a algo Divino que é indescritível. O desgosto de Deus vira “ódio”, a tristeza de Deus se torna em “arrependimento”, a disciplina de Deus vira a “Ira de Deus”, trabalhar um dia para poder pagar uma dívida vira "Deus apoia a escravidão" e uma multidão de ignorantes fanatizados religiosos expondo interpretações infundadas,  tendenciosas  e proselitistas.   A questão utilizada pelos Judeus Protestantes do Cristianismo Moderno de um "Deus é amor mas, odeia também" não passa de uma distorção do evangelho mergulhando no deus pagão, cuja filosofia é "eu amo apenas os que me amam" e "saúdo aos que me saúdam" Se vocês chamam de meu pai um deus assim que pai é esse que vocês construíram? O Pai de Jesus não é assim, é aquele que faz chover sobre maus e bons, sobre justos e injustos! 


ESTA FOI A FORMA DE MOISÉS E OS PROFETAS explicarem ao povo hebreu as conseqüências do pecado..  E AINDA, CERTAS questões, como disse Jesus, (aos homens de sua época, Escribas e Fariseus), que estes ainda estavam no leite, e não estavam preparados  para o alimento sólido ou seja, não tinham condições e nem discernimento de entender profundamente acerca da verdade. 

Para Deus "sua Ira" é disciplina que deve ser em amor! Para nós "sua Ira" é vingança,  um estado de ódio premeditado! Somente Ele, tem o discernimento de "irar" sem pecar, pois a "ira" dele não é a nossa "ira", a nossa "ira" é ódio, vingança, troco e maldade! A ira de Deus é amor é disciplina para nossa regeneração e salvação, a começar do dilúvio,  como disse Pedro,  para preservar, uma visão extrema do amor, para preservar a vida ainda que isso implica em disciplina! O Deus que vinga é um deus feito a imagem e semelhança do homem corruptível! Se o seu "deus" se vinga, ele é feito a imagem e semelhança SUA!


Técnica: JESUS nunca existiu, ele é uma cópia da Mitologia

  • NEO-ATEU: Ah o mito Jesus foi fundido com o mito religioso romano para subjulgar os judeus para que eles aceitassem totalmente o julgo dos romanos e não se rebelassem mais. Como os judeus não aceitavam o culto ao imperador e não queriam pagar os altos impostos cobrados por Roma, porquê não criar uma nova religião de submissão e enfiar goela abaixo dos judeus?É claro que estes personagens bíblicos ‘FORAM INVENTADOS’ para se esconder os verdadeiros inventores desta farsa.O novo testamento não deixa de ter um fundo religioso-político, e na minha opinião fora inventado por Vespasiano e Tito, para fazer os judeus ficarem quietinhos no seu canto, se não o pau iria comer para os que restaram vivos após a destruição da judéia . Os romanos queriam inventar um novo culto ao imperador; Vespasiano (o Pai) e ao seu filho Tito (o Filho do Homem)"

 Os Mitos:
A análise da mitologia egípcia SOBRE HORUS tem  poucas coisas certas, felizmente sobre Hórus e Seth, o deus sol e sua antítese. Infelizmente, ele traz a maior parte da história de Hórus errada. Afirma que o mito de Hórus conta que ele nasceu em 25 de Dezembro, nasceu de uma virgem, estrela no oriente, adorado por reis, e professor de 12. Ele afirma que esta era a forma original do mito em 3000 a.C. Seria bom descobrir como o Sr. ATEU aprendeu isso, já que não temos nenhum texto egípcio antigo sobre o assunto que possua tal antiguidade. Hórus não é o deus sol, ele é o deus dos céus e faz o sol nascer, sua mãe Isis não era virgem e não há nenhuma sugestão nas fontes egípcias que ela fosse Horus não nasceu em 25 de dezembro pois 25 de dezembro é uma data latina e não Egípcia ou seja não há concessão alguma! Tão pouco Jesus nasceu em 25 de dezembro, Pois ele era hebreu e essa data é latina! Horus não teve 12 discípulos, teve 4 discípulos (chamados de ‘Heru-Shemsu’) Horus não foi crucificado, ele foi morto, cortado em pequenos pedaços e seu corpo Espalhado pelo Egito para que nunca pudesse ser encontrado, Isis passa o resto da Vida para coletar seus pedaços a fim de ressuscitá-lo mas não há referência alguma que ela tenha conseguido! Qualquer egiptólogo sério conhece a história de Horus!! E nada tem a ver com Jesus! Krishna, Mitra, Dionísio e demais mitos, foram reformados nos sec I a V e revividos por: Gerald Massey poeta inglês e egiptólogo amador! Não um profissional, não um acadêmico não um historiador!!

Jesus foi compilado e inventado por Roma:
Qual é o suporte? Qual é o fundamento? Qual é a base? Não existe um único manuscrito, um único papiro, um único pergaminho, que faça referência ao NOVO TESTAMENTO TER SIDO COMPILADO POR ROMA! AONDE ESTÃO OS DOCUMENTOS? Não existe se quer um documento antigo que comprove que o Novo Testamento foi escrito pelos pais da igreja (Papas e Bispos). Mas existem vários documentos que atestam que suas origens são Hebraicas e Gregas. É claro que houve, omissões, acréscimos, deturpações, pelas traduções Romanas. Qualquer um que possua as escrituras Gregas e Hebraicas sabem disso! Por ISSO existe a crítica textual, a Hermenêutica e a Exegese, para que se identifiquem essas peculiaridades!

Se o Novo Testamento fosse escrito pelos pais da igreja qual seria a ideologia lógica? A ideologia  dos Padres afrontam os manuscritos!! Se fosse escrito pelos pais da igreja, não deveriam haver variações textuais (a qual a critica chama de variante), não existe uma unidade entre eles, CONCLUE-SE que o NOVO TESTAMENTO nunca foi escrito pelos pais da igreja, do contrário, a linguagem seria única. Não existe um só manuscrito grego que concorde com os demais ao contrario todos eles se divergem. A contradição dos manuscritos atestam sua veracidade, se fosse armação não haveria contradições!

Os historiadores sérios não negam a existência do Jesus histórico! Existe sim uma discussão sobre como a bíblia o descreve, sobre incidentes específicos. Em sua vida, mas nenhum estudioso sério nega que Jesus foi uma pessoa real e viveu na Galileia No sec I A história da teoria do "Jesus cristo ser mais uma cópia de mitos antigos" é inconsistente, baseiam se em mitologia, sem NENHUMA evidências históricas e ARQUEOLÓGICAS palpáveis da existência desses "mitos com esses atributos". Como o próprio nome diz mitologia vem de MITO.  CONTRA Jesus, porém existem mais de 2400 manuscritos históricos e arqueológicos do Séc I, espalhados por todo o oriente médio, desde a Ásia até Roma! Da mesma confiabilidade dos manuscritos históricos e arqueológicos que atestam e provam a existência de filósofos antigos como Platão e Aristóteles, Reis como Salomão, Imperadores como  Napoleão Bonaparte e Dom Pedro I e tantos outras figuras antigas Pré modernas que existiram! A única forma de validar se alguém do passado existiu ou não, são manuscritos históricos e arqueológicos!  ISSO OS MITOS NÃO POSSUEM!

O homem que no Brasil conhecemos por Jesus (original provavel Yoshua), foi o mais próximo que vimos de um verdadeiro "Deus" palavras de um homem pobre, sem estudo, com sabedoria tão grande que os psicólogos depois de tanto estudo chegaram as mesmas técnicas que Jesus ensinava a 2000 anos atrás  - "Mark W. Baker - Jesus, O Maior Psicólogo que já Existiu", os administradores também apos muito estudo igualmente definem Jesus como o maior administrador que existiu "Daniel Godri Motivação e sucesso empresarial", tão bom administrador que a sua liderança "empresarial de 12 pessoas sem esperança, sem salário, sem nada material a oferecer" após 2000 anos está aí! Seja através de Romanos ostentadores ou crentes fanáticos, ou mesmo dentro do livro Bíblia, seja de pai para filho, pobres, sem nada material a oferecer chegaram aos dias de hoje, e se não foi pelo fato da força criadora do universo ter habitado esse homem e nos mostrado, o quanto somos mesquinhos e pequenos, com sua visão revolucionária, que jamais homens primitivos, como os daquela época poderiam sonhar em ter! Se não for o criador o responsável pelo fato de suas palavras terem chegado ate os dias de hoje, então tem se uma anomalia probatória: As probabilidádes matemáticas não tem como explicar isso! Pense, todos os deuses oferecem o melhor dessa terra, prosperidade,  que confirmam o seu ódio, que ungem a sua ira, abençoam a sua cobiça, e que transformam a sua raiva em maldiçoes legitimas, com Jesus foi diferente, ele ensinou desapego material, humildade, pobreza, ajudar os pobres e tudo quanto as pessoas detestam e não aceitam! Cristo, tomando da antiga lei o que é eterno e divino e rejeitando, o que era transitório, e o que era puramente disciplinar e de concepção humana, rejeitando o que não eram de seu Pai eterno (João 1:17). Jesus não veio através dos doutores da fé, de homens religiosos, ao contrario, veio dos humildes! Não era religioso. A religião manda servir a deus de forma adoecida pelos méritos próprios; o evangelho já deixou  de ser anunciado a muito tempo, anuncia-se apenas atos religiosos que de nada se aproveitam.

É DISSO QUE OS ATEUS TEM RAIVA - da Religião: JESUS NÃO DEU ORDEM PARA  a freqüência a instituição ou práticas litúrgicas ISSO NÃO foi orientadas por ele! A religião é estelionato, concordo, a reunião ajuda a crescer a fé só isso, não em outra finalidade! Buscar a Deus é no intimo, no espírito, não é necessária a instituição para alcançar e ser discípulo de cristo! Se tiver fé, seu coração  busca a verdade, a verdade é a vida, que deve ser vivida dia a dia para que se alcance a verdadeira vida!

Técnica: Jesus é um Sacrifício sem Sentido!
    • REFUTADOR : Ah Se ele existe, porque JESUS teve que morrer? Que bobagem, Deus é todo poderoso, para que mandar o filho morrer, isso não faz sentido!"


    Deus é bom e é Justo! É terrível Deus ser Bom e Justo! Sabe Porque? Porque nos não Somos! Deus é justo, nós não!  Deus é bom, nós não! Nos pecamos contra o próximo, contra Deus, contra a natureza, pecamos contra tudo e todos! Mas, Deus sendo Justo, o que deve fazer com o ser humano que é injusto? Deve condená-lo! Do contrário, não seria justo! Mas, Deus é amor ele não pode fazer algo que contradiz  a si mesmo, condenar é falta de amor! Então ele  precisa ser misericordioso, Ai está o paradoxo:  Como pode ALGUÉM ser misericordiosos ao mesmo tempo sendo justo?! Se ele é misericordiosos automaticamente faz dele injusto! SE DEUS PERDOAR A QUEM  MERECE SER CONDENADO (MAUS E INJUSTOS), DEUS COMETE  INJUSTIÇA AOS QUE FIZERAM JUS A NÃO CONDENAÇÃO (BONS E JUSTOS)!! COMO RESOLVER ESSA QUESTÃO?  A resposta: Jesus Cristo!

    No madeiro todo o pecado do seu povo é jogado nele mesmo através de Seu filho! (1 Pd 2:24) O que é pior? Um pai ver o filho sofrer ou o pai sofrer no lugar do filho? Depois de Deus Sofrer, SEU FILHO disse: Está consumado! (Jo 19:30) SEU FILHO morreu! Porque o salário do pecado é a morte! (Rm 6:23)

    Foi a forma que DEUS encontrou de ser justo e misericordioso ao mesmo tempo! SE RECONCILIAR CONSIGO MESMO! (2 Cor 5:18) ELE PAGOU POR NOSSAS DORES EM SI MESMO (1 Tim 2:6) UNI GERADO NA CARNE PARA ESTA FINALIDADE!

    O evangelho de Cristo é que DEUS é justo, e que o homem é merecedor de toda a sua condenação! E para o homem ser perdoado, a justiça de Deus precisou ser contemplada, e isso foi feito no madeiro quando Cristo tomou o Seu Lugar! SIM Sem merecer, foi esmagado sobre o peso do que você merecia passar (2 Cor 5:21)! Agora quem está em Cristo e tem uma Fé viva, automaticamente, de boa vontade, e por livre espontânea vontade não é infrutífero.

    CONCLUSÃO FINAL: 

    O VERDADEIRO DEUS TRANSCENDE QUALQUER PENSAMENTO E LINGUAGEM HUMANA, SENDO INVALIDA A PROPOSIÇÃO SOBRE  DEUS ATRIBUINDO A ELE EM AMBIVALÊNCIA COMO FAZEM OS CRISTÃOS E ATEUS!

    Á BÍBLIA NÃO QUER SER UMA ENCICOPÉDIA CIENTÍFICA, ELA É UM CONJUNTO DE ALGUNS DENTRE VÁRIOS PAPIROS ANTIGOS SEPARADO POR ROMA, QUE RELATAM A HISTÓRIA DO POVO HEBREU, SUA TRADUÇÃO É ANTROPOFORMISTA, VISTO QUE O HEBRAICO É UMA LINGUA POBRE, TRANSCRITA PARA O GREGO E LATIM, QUE SÃO LINGUAS COMPLEXAS, É DE SE ESPERAR QUE NEM TUDO QUE FOI TRADUZIDO TEM O MESMO SENTIDO DOS PAPIROS ANTIGOS ORIGINAIS!

    ESSAS TÉCNICAS, NEO-ATEISTAS NÃO PASSAM DE LIXO SENSACIONALISTA E NÃO ESTUDOS SÉRIOS NEO-ATEUS ESTÃO ANDANDO CONTRA O CONSENSO DOS ESTUDOS ARQUEOLOGICOS, ENTÃO FAZEM TRABALHAR DURO PARA SALVAR A RELIGIÃO DELES. É FÁCIL, INVESTIGUE E DESCOBRIRÁ QUE ELES NEM SE QUER LERAM AS FONTES ORIGINAIS. ESSAS VELHAS TEORIAS ESTÃO MORTAS HÁ MAIS DE CEM ANOS!

    OS NEO-ATEISTAS IGNORAM TOTALMENTE O REALISMO, AS EVIDÊNCIAS DE TODA A COMUNIDADE ARQUEOLÓGICA E HISTÓRICA, AS MESMAS FONTES QUE PROVAM QUE FOI RAMSÉS UM FARAÓ EGÍPCIO E HERODES UM IMPERADOR ROMANO,  PROVAM A EXISTÊNCIA DE JESUS (YOHUSHUA) UM HEBREU DA GALILÉIA.

    OS NEO-ATEISTAS SE APEGAM AO ANTI-REALISMO MÍSTICO E AS FÁBULAS DA NOVA ERA, IGNORANDO TOTALMENTE, SÉCULOS DE EMPENHO E ESTUDOS DE PROFESSORES E DOUTRORES! PARA ELES, TODA A COMUNIDADE CIÊNTIFICA FOI ENGANADA QUANTO A EXISTÊNCIA DE JESUS, MENOS OS ATEUS MODERNOS WIKIPEDIANOS EM SUAS FÁBULAS MODERNISTAS.

    Fontes:
    Escavando a Verdade - Rodrigo Silva
    O Significado Bíblico da História - S. J. Schwantes
    A nossa Bíblia e os Manuscritos do Mar Morto - Renato E. Orberg
    Dicionário da Bíblia de Almeida - SCB
    E Bíblia tinha Razão - Werner Keller
    Arqueologia - Pedro Paulo Funari
    História - Márcia Hipólide
    Arqueologia - S. J. Schwantes  
    VEJA de 23 de dezembro de 1992 - O Jesus da história Documentários Históricos e Arqueológicos: NatGeo - Misterios do Cristianismo/ Tudo sobre Jesus History Channel -  Brings 'Real Jesus' To Life | NHNE Pulse Discovery Channel -  Quem Foi Jesus
    http://catolicoresp.wordpress.com/ | http://pt.wikipedia.org/ | http://www.arqueologiadabiblia.com/
    Robert Funk, "The Issue of Jesus", Forum 1 (1985): 8.
    R. T. France, "The Gospels as Historical Sources for Jesus, the Founder of Christianity", Truth 1 (1985): 86.
    R. W. Funk, R. W. Hoover, and the Jesus Seminar, "Introduction" a The Five Gospels (Nova Iorque: Macmillan, 1993), p. 2.
    David Friedrich Strauß, The Life of Jesus, Critically Examined, trad. George Eliot, ed. com Introdução por Peter C. Hodgson, Lives of Jesus Series (Londres: SCM Press, 1973), p. 736.
    Funk, et. al., "Introduction", p. 3.
    William Lane Craig e John Dominic Crossan, Will the Real Jesus Please Stand Up?, ed. Paul Copan, com
    Luke Timothy Johnson, The Real Jesus (São Francisco: Harper San Francisco, 1996), p. 31.
    Howard Clark Kee, "A Century of Quests of the Culturally Compatible Jesus", Theology Today 52 (1995):
    Johnson, Real Jesus, p. 6.
    acob Neusner, citado por Richard N. Ostling, "Jesus Christ, Plain and Simple", Time (January 10, 1994), p. 39.

     
    NOTA: O NOME  LITERAL "JESUS" NUNCA EXISTIU, NÃO PELO NOME INVENTADO QUE O APRESENTAM, MAS NO SEU REAL NOME EM HEBREU, PORQUE LE ERA UM YAHUDIM,  UM GRANDE EQUÍVOCO FOI COMETIDO: NOMES PRÓPRIOS NÃO PODEM SER TRADUZIDOS SÓ TRANSLITERADOS.

    PROVAS:
    1. A septuaginta usava IESOUS. (tradução dos 70) 285 a 247 D.C.
    2. A Vulgata Latina IESU. (tradução Jerônimo) 382 a 384 D.C
    3. João F. Almeida optou por usar da vulgata IESU. (tradução portuguesa) 1681-1753 D.C

    4. Jacobus op den Akker optou por substituir o famoso IESU por JESU.
    5. Depois a sociedade bíblica do Brasil lançou o nome JESUS com o S no final , foi dessa
    forma que surgiu O FALSO NOME JESUS..


    SEU NOME VERDADEIRO PROVAVEL ERA "YOHSHUA".  TODAVIA COMO TODOS NO OCIDENTE, O CONHECEM  COMO "JESUS" NÓS O CHAMAMOS  DESTA FORMA PARA QUE TODOS ENTENDAM!

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